18/07/2023

Operador de equipamentos agrícolas é emprego do futuro, diz relatório

5 min. de leitura

Recentemente o Fórum Econômico Mundial publicou o “Relatório do Futuro dos Empregos 2023” e revelou que a agricultura está entre os três segmentos com maior perspectiva de crescimento para os próximos anos. Conforme diz o relatório:


“Espera-se que os empregos para profissionais agrícolas, especialmente Operador de Equipamentos Agrícolas, tenham um aumento de cerca de 30%, levando a mais de 3 milhões de empregos”.


Operador de Equipamentos Agrícolas e sua importância para a agricultura


É de conhecimento geral que o operador de equipamentos agrícolas tem papel fundamental na agricultura, que é a base da economia e igualmente o segmento que sustenta diversas regiões do país; na década de 1970, com o avanço da industrialização das cidades, houve um grande êxodo na busca por oportunidades, o que não mudou a importância social e econômica do campo.


Os últimos anos, entretanto, têm revelado o fenômeno reverso; com a superpopulação das grandes cidades, o aumento do desemprego e o avanço tecnológico, muitas gerações urbanas estão optando por retornar ao campo. Com isso, antigas tradições familiares são retomadas com uma roupagem do século XXI, comprovando a força dos laços que nunca foram realmente rompidos, abrindo um novo horizonte para a profissão de operador de equipamentos agrícolas.


O Operador de Equipamentos Agrícolas é parte importante no futuro da agricultura


Não apenas o relatório sobre o futuro dos empregos, mas o próprio movimento de retorno indica a potência da agricultura e a certeza que o operador de equipamentos agrícolas, considerada uma das profissões mais antigas, segue sendo uma das mais relevantes para o futuro de uma nação.


Em termos práticos, uma pesquisa realizada pelo Cepea (Centro de Estudos de Economia Agrícola) revela que o agronegócio absorve quase 1 a cada 3 trabalhadores brasileiros, tendo a agricultura familiar como o setor que mais emprega no país, com cerca de 11,5 milhões de trabalhadores. Já uma pesquisa da FGV revela contínuo

crescimento na geração de empregos, tendo gerado em torno de 360 mil empregos formais desde 2019.


No Rio Grande do Sul os dados são igualmente positivos, sendo a agropecuária o terceiro setor com maior geração de empregos do Estado, superando inclusive os índices nacionais. Esses dados trazem outra informação importante: não são apenas os operadores de equipamento agrícolas que têm motivos para comemorar; todo o segmento demonstra não somente crescimento, mas uma ótima perspectiva de futuro.

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